Charles Leclerc REVELA TENSÕES na relação Hamilton-Ferrari: Saída de lenda ABANA A F1, NOVOS DESAFIOS SURGIRAM e Vasseur toma DECISÃO CHOCANTE!
A Fórmula 1 viveu em 2025 uma das temporadas mais turbulentas para a Scuderia Ferrari, com a chegada de Lewis Hamilton gerando expectativas altíssimas, mas resultando em frustrações profundas.

Charles Leclerc, o piloto monegasco que já está na equipe há anos, abriu o jogo em entrevistas recentes sobre as tensões internas envolvendo sua relação com o heptacampeão mundial, a adaptação difícil de Hamilton ao carro vermelho e as decisões estratégicas do chefe Fred Vasseur que abalaram o paddock inteiro.
A saída de Carlos Sainz, considerada uma lenda em ascensão após suas vitórias anteriores pela Ferrari, ainda ecoa como um terremoto na categoria, abrindo espaço para novos desafios que expuseram fragilidades inesperadas na equipe de Maranello.
Tudo começou com a anúncio bombástico no início de 2024: Lewis Hamilton deixando a Mercedes para vestir o macacão vermelho em 2025.
A torcida da Ferrari sonhava com um duo imbatível, capaz de acabar com o jejum de títulos que dura desde 2008 no Mundial de Construtores e 2007 no de Pilotos. No entanto, a realidade foi bem diferente.
O carro SF-25 mostrou-se inconsistente desde os testes de pré-temporada, com problemas crônicos de altura de rodagem e falta de ritmo em comparação com McLaren, Mercedes e Red Bull.
Hamilton, acostumado a um ambiente onde suas sugestões eram imediatamente implementadas na Mercedes, enfrentou dificuldades para se adaptar aos processos da Ferrari.
Leclerc, em declarações à imprensa, admitiu que o carro era “extremamente complicado de pilotar”, exigindo compromisso total a cada volta – “ou você acerta e passa para a próxima fase, ou bate no muro”.

Essa característica beneficiou o monegasco, que conhece a equipe como ninguém após oito temporadas, mas deixou Hamilton em situações delicadas, com eliminações precoces no quali e uma temporada sem nenhum pódio pela primeira vez na carreira.
As tensões entre Leclerc e Hamilton não demoraram a surgir. Em corridas como Miami e Singapura, ordens de equipe para trocar posições geraram atritos visíveis pelo rádio. Hamilton, vindo de trás com pneus mais frescos, ultrapassava Leclerc, mas era obrigado a devolver a posição para maximizar pontos da equipe.
Leclerc, embora compreensivo publicamente, deixou claro em entrevistas que essas decisões eram “frustrantes” e que conversas internas eram necessárias para evitar ressentimentos.
Vasseur minimizou os episódios na época, afirmando que eram “decisões difíceis pelo bem da Ferrari”, mas fontes internas revelam que o monegasco se sentia pressionado a ser o “líder natural” da equipe, enquanto Hamilton lutava para impor sua experiência.
O sete vezes campeão mundial chegou a admitir que precisava “desconectar” mentalmente no final da temporada, visivelmente abatido com o desempenho irregular.
A saída de Carlos Sainz no final de 2024 foi o estopim para muitas dessas mudanças. O espanhol, que conquistou vitórias memoráveis como em Singapura 2023 e Austrália 2024, deixou um vazio não só técnico, mas emocional.
Sainz era visto como uma lenda em formação, capaz de desafiar Leclerc internamente e trazer equilíbrio à dupla. Sua partida para a Williams abalou a F1, com muitos analistas apontando que a Ferrari subestimou o impacto de perder um piloto consistente e motivado.
Com Hamilton chegando, a dinâmica mudou completamente: Leclerc tornou-se o ponto de referência, e o britânico precisou se adaptar a um carro que não foi projetado com suas preferências em mente. Isso gerou novos desafios, como estratégias divididas e feedback conflitante para os engenheiros.
Mas o ponto de virada veio com a decisão chocante de Fred Vasseur: parar o desenvolvimento do carro de 2025 já em abril para focar integralmente no projeto de 2026.
Essa escolha coletiva, aprovada até pelos pilotos, sacrificou qualquer chance de lutar pelo título naquele ano, transformando a temporada em um “pesadelo psicológico”, nas palavras do próprio Vasseur.

Leclerc, apesar de inicialmente defender a medida como “inevitável” diante da dominância da McLaren, revelou em entrevistas no final do ano que estava “muito decepcionado” com os resultados, com apenas sete pódios e nenhuma vitória.
Hamilton, por sua vez, sofreu mais: sem pódios, com eliminações em Q1 e um desempenho abaixo do esperado, o britânico viu sua adaptação ser ainda mais complicada pela falta de atualizações no carro.
Vasseur admitiu publicamente que subestimou o impacto mental dessa decisão. “Foi difícil gerenciar psicologicamente”, disse o francês, destacando que a equipe terminou em quarto no Construtores, o pior resultado desde 2020.
Leclerc, em declarações fortes, enfatizou que 2026 representa “agora ou nunca” para a Ferrari, com as novas regulamentações de chassi e motor oferecendo uma oportunidade única de resetar a hierarquia.
O monegasco, aos 28 anos no auge da carreira, não escondeu a pressão: se o novo carro não for competitivo desde o início, questionamentos sobre seu futuro podem surgir, com rumores ligando-o a McLaren ou Mercedes para 2027.
Enquanto isso, Hamilton enfrenta seu próprio dilema. Aos 41 anos em 2026, essa pode ser sua última chance real de um oitavo título. Vasseur reforçou que a relação entre os pilotos precisa de “mais foco” no próximo ano, admitindo que subestimou os desafios da transição do britânico.
Internamente, há cobranças para que Hamilton imponha mudanças mais decisivas, enquanto Leclerc continua sendo o piloto mais consistente no SF-25. A decisão de Vasseur de priorizar 2026 foi chocante na época, mas agora é vista como essencial para o renascimento da Ferrari.
Com o lançamento do novo carro marcado para 23 de janeiro de 2026, seguido de testes intensos, a Scuderia aposta tudo na revolução técnica. Leclerc revelou que a motivação da equipe está no máximo, mas as tensões expostas em 2025 servem de alerta: unidade será crucial.
Hamilton, por sua vez, enviou mensagens positivas aos fãs, prometendo não desistir.
A F1 inteira aguarda: será que o duo Leclerc-Hamilton finalmente explodirá, ou as rachaduras internas persistirão? Uma coisa é certa: após a saída de Sainz e as decisões radicais de Vasseur, 2026 promete ser o ano da verdade para a Ferrari.
Os novos desafios surgiram, e agora é hora de enfrentá-los de frente.