ÚLTIMAS NOTÍCIAS: “CHAME-O DE INÚTIL MAIS UMA VEZ E VOCÊ VERÁ O QUE ACONTECE.” A Fórmula 1 foi abalada mais uma vez neste fim de semana por uma daquelas cenas que definem toda uma temporada. Martin Brundle, a voz lendária do paddock e figura icônica nas análises televisivas, causou alvoroço ao chamar Sergio Pérez de “inútil” ao vivo, minutos após a estreia do piloto mexicano no novo Cadillac. Essa declaração contundente se espalhou imediatamente pelas redes sociais e dividiu fãs no mundo todo.

O contexto era extremamente significativo. Checo Pérez atravessava um dos períodos mais delicados de sua carreira: sua estreia em um time completamente novo, sob intensa pressão da mídia, com a firme intenção de provar que seu talento permanecia intacto. Sua estreia, discreta, porém sólida, não pareceu justificar os comentários de Brundle, o que aumentou ainda mais a tensão em torno da transmissão.
Da cabine de comentários, Brundle proferiu as palavras que desencadearam a controvérsia. “Isto é exatamente o que muitos temiam. Uma atuação inútil para uma equipe que precisa de resultados imediatos”, declarou o ex-piloto britânico, num tom que surpreendeu até mesmo seus colegas. A reação foi imediata. Em segundos, o nome de Checo Pérez tornou-se um dos assuntos mais comentados no mundo, acompanhado por trechos do vídeo e uma enxurrada de mensagens, tanto de apoio quanto de crítica.

No entanto, ninguém esperava que a resposta viesse não do piloto, mas de seu pai. Apenas cinco minutos após a declaração polêmica, Antonio Pérez Garibay apareceu com uma garantia que desarmou a multidão. Entrevistado por um veículo de imprensa latino-americano presente no paddock, ele respondeu com cinco palavras que viralizaram instantaneamente e, segundo testemunhas, deixaram Brundle visivelmente constrangido e o fizeram cair na gargalhada.
“Não são os incompetentes que fazem história”, declarou Antonio Pérez Garibay, com um tom calmo e sereno, em nítido contraste com o frenesim midiático que o cercava. Suas palavras foram ecoadas por pilotos, ex-chefes de equipe e analistas que rapidamente se uniram em sua defesa. Para muitos, não se tratava apenas de uma observação espirituosa, mas de uma declaração imbuída de contexto e consciência histórica.

Antonio Pérez Garibay foi ainda mais longe em declarações posteriores. “Meu filho venceu corridas, gerenciou equipes e representou o México com orgulho por mais de uma década. Reduzir tudo isso a uma única palavra é não entender a Fórmula 1 e desrespeitar sua história”, disse ele, deixando claro que o nome de Pérez não ficaria em silêncio.
A situação tomou um rumo ainda mais dramático quando foi revelado que membros da equipe Cadillac não esconderam seu descontentamento após a transmissão. Fontes próximas ao assunto confirmaram que os comentários de Brundle foram considerados desproporcionais e tirados de contexto, especialmente porque se tratava do início de um projeto ainda em fase de desenvolvimento técnico. Internamente, a posição era clara: Checo Pérez continua sendo um elemento-chave do plano esportivo e sua experiência é considerada um trunfo estratégico.

Fiel ao seu estilo, Checo optou pela discrição. Algumas horas depois, publicou uma breve mensagem nas redes sociais, interpretada por muitos como uma resposta elegante e ponderada. “Na pista, o trabalho fala por si. O resto é só ruído”, escreveu, acompanhando a mensagem com uma foto sua em um macacão de corrida da Cadillac. Sem citar nomes, a mensagem foi suficiente para reforçar a imagem de calma inabalável diante do caos.
Martin Brundle, por sua vez, tentou amenizar os ânimos posteriormente, sem, contudo, retratar-se completamente de seus comentários. “Meu trabalho é analisar o que vejo. As palavras às vezes podem ser duras, mas a Fórmula 1 é um mundo implacável”, afirmou em uma transmissão posterior. No entanto, o estrago já estava feito, e o episódio permanece como um dos momentos mais tensos do ano na televisão.

O verdadeiro aspecto dramático deste episódio reside não apenas no insulto ou na resposta cortante, mas no que ele revelou sobre o estado atual da Fórmula 1. Uma disciplina cada vez mais dominada pelo impacto imediato da mídia, onde uma única palavra pode eclipsar anos de experiência e onde narrativas são construídas e destruídas em minutos. Nesse contexto, figuras como Checo Pérez se tornam símbolos de resiliência, experiência e legado esportivo.
Os fãs latino-americanos reagiram veementemente, defendendo o piloto como um dos representantes mais consistentes da região na história moderna do campeonato. Ex-pilotos como Juan Pablo Montoya e jornalistas especializados concordaram que a análise precisava ser contextualizada e que o respeito por carreiras consolidadas não deveria ser sacrificado na busca por títulos sensacionalistas.
Por sua vez, a Cadillac permanece inalterada. A equipe está convencida de que as próximas corridas demonstrarão um progresso significativo e justificarão o investimento feito no piloto mexicano. No paddock, há uma sensação de que este episódio, longe de enfraquecer Checo Pérez, fortaleceu sua posição e lembrou a todos por que ele continua sendo uma figura fundamental na Fórmula 1 contemporânea.
Num esporte onde a pressão é constante e a memória é curta, as palavras de Antonio Pérez Garibay ressoaram como um lembrete tão perturbador quanto necessário. Os resultados são medidos em pontos e troféus, mas a história é forjada no caráter, na resiliência e no tempo. E nesse sentido, Checo Pérez ainda tem muito a dizer.