Charles Leclerc exigiu um salário maior que o de Lewis Hamilton para renovar seu contrato com a Ferrari, e a reação do chefe da equipe, Vasseur, surpreendeu a todos!

Charles Leclerc exigiu um salário maior que o de Lewis Hamilton para renovar seu contrato com a Ferrari, e a reação do chefe da equipe, Vasseur, surpreendeu a todos!

Na Fórmula 1, o desempenho na pista também se mede em milhões de euros em contratos. No início de 2026, os rumores em torno da Scuderia Ferrari voltam a incendiar os bastidores e as redes sociais.

No centro das atenções: Charles Leclerc, o piloto monegasco que carrega as esperanças da marca do cavalo rampante há várias temporadas.

Segundo informações que circulam na mídia especializada, o monegasco teria imposto uma condição firme durante as negociações para estender seu contrato para além de 2026: receber um salário superior ao de seu ilustre companheiro de equipe, Lewis Hamilton.

Um pedido ousado que provocou imediatamente uma reação de Frédéric Vasseur, o chefe da equipe francesa Ferrari, de uma forma que deixou mais de um observador sem palavras.

Para entender a dimensão dessa demanda, os números precisam ser contextualizados.

Lewis Hamilton, heptacampeão mundial, juntou-se à Ferrari em 2025 com um contrato estimado em cerca de 60 milhões de dólares por ano, ou cerca de 55 a 60 milhões de euros, dependendo das flutuações cambiais e dos bônus incluídos.

Este pacote salarial o torna um dos pilotos mais bem pagos do grid, logo atrás de Max Verstappen e seus aproximadamente 65 milhões de libras. Hamilton traz não apenas seu talento excepcional e apelo global, mas também um valor de marketing inestimável para a marca italiana.

Sua chegada foi apresentada como uma importante jogada estratégica, destinada a impulsionar a Ferrari a novos patamares, especialmente com a entrada em vigor dos novos regulamentos em 2026.

Charles Leclerc, por sua vez, ganha atualmente cerca de 34 milhões de dólares por ano, de acordo com as estimativas mais confiáveis ​​de fontes como Forbes, Spotrac e a mídia italiana e britânica.

Esse valor já bastante elevado coloca o piloto monegasco entre os cinco pilotos mais bem pagos da Fórmula 1.

Seu contrato atual, estendido até 2029 com opções de renovação, inclui aumentos salariais progressivos e bônus por desempenho. No entanto, após uma frustrante temporada de 2025, na qual a Ferrari não conseguiu brigar pelo título apesar de alguns momentos brilhantes, Leclerc parece ansioso para reafirmar sua liderança dentro da equipe.

Exigir superar Hamilton em termos de salário base representa um sinal forte: ele não se vê como o segundo piloto, mesmo diante de uma lenda viva.

Esse pedido não surgiu do nada. Leclerc sempre foi considerado o futuro da Ferrari.

Desde que chegou em 2019, ele acumulou pole positions (mais de 20 até o momento) e diversas vitórias notáveis, como em Monza em 2022, além de outras performances memoráveis ​​que emocionaram os tifosi.

Com 28 anos em 2026, ele está no auge de sua carreira e sabe que o tempo está se esgotando para conquistar um título mundial com a Scuderia, uma missão que lhe é muito querida desde os primórdios no kartismo.

As negociações contratuais se intensificaram nos últimos meses, especialmente porque 2026 marca o início de uma nova era tecnológica com motores mais duráveis, grandes mudanças aerodinâmicas e um teto orçamentário cada vez mais rigoroso.

A Ferrari está apostando alto nesses desenvolvimentos para retornar ao topo, e Leclerc quer estar no centro do projeto, com reconhecimento financeiro à altura.

Foi aí que a reação de Frédéric Vasseur surpreendeu a todos. Em vez de rejeitar categoricamente essa exigência ou de protelar, como se poderia esperar num contexto em que Hamilton representa um investimento colossal, o francês adotou uma postura aberta e quase compreensiva.

Em declarações divulgadas por diversos meios de comunicação, Vasseur enfatizou que “Charles é um pilar absoluto desta equipe” e que “seu valor é questionado não apenas em termos de desempenho passado, mas também de potencial futuro”.

Ele acrescentou que a Ferrari estava pronta para “discutir seriamente” a busca de um equilíbrio satisfatório, sem descartar uma revisão significativa do salário de Leclerc. Essa resposta contrasta com a imagem, por vezes rígida, da gestão italiana em questões orçamentárias.

Vasseur, conhecido por seu pragmatismo e habilidade em lidar com egos, parece querer evitar a todo custo um confronto público que possa desestabilizar a equipe antes de uma temporada crucial.

Essa posição dividiu imediatamente os observadores. Para alguns, demonstra uma confiança renovada em Leclerc após uma temporada de 2025 na qual o piloto monegasco frequentemente superou Hamilton na pista, apesar das dificuldades do SF-25.

Apesar de seu talento, Hamilton não conseguiu se adaptar completamente ao carro, terminando a temporada sem um pódio e muito atrás de seu companheiro de equipe na classificação. Isso criou uma dinâmica interna na qual Leclerc emergiu como o piloto mais sintonizado com o carro atual.

Exigir mais do que Hamilton poderia, portanto, ser visto como um reconhecimento merecido de sua consistência e papel central.

Outras vozes, mais críticas, acreditam que essa exigência corre o risco de criar tensões desnecessárias. Hamilton traz uma experiência incomparável e uma capacidade de desenvolvimento de carros que pode se provar inestimável em 2026.

Forçar a Ferrari a pagar mais a Leclerc poderia desequilibrar a dupla de pilotos e complicar o relacionamento entre eles.

Além disso, com o teto orçamentário, cada euro conta: um salário maior para Leclerc poderia implicar ajustes em outras áreas, seja em bônus, patrocinadores ou até mesmo investimentos técnicos.

Em todo caso, este episódio ilustra perfeitamente o que está em jogo atualmente na Fórmula 1. Os pilotos estrelas não são mais apenas atletas; são ativos estratégicos. Ao estabelecer essa condição, Leclerc afirma que não se contentará com um papel secundário, mesmo ao lado de um ícone como Hamilton.

A reação de Vasseur, longe de ser uma recusa clara, abre caminho para negociações que podem remodelar a hierarquia salarial na Ferrari.

Caso se chegue a um acordo, Leclerc poderá se tornar o piloto mais bem pago da equipe, marcando uma virada simbólica: a passagem do bastão de uma lenda para aquele que sonha em sucedê-lo nos livros de recordes.

Enquanto aguardamos anúncios oficiais, uma coisa é certa: 2026 promete ser um ano explosivo, tanto nas pistas quanto nos bastidores. O futuro da Ferrari está em jogo, e o salário de Charles Leclerc pode muito bem se tornar o barômetro de suas ambições.

Os fãs estão apreensivos, na esperança de que essa batalha financeira se traduza em vitórias nas pistas. Porque, no fim das contas, é lá que se conquista a verdadeira glória, não nos balanços bancários.

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