Há 5 minutos: Lewis Hamilton anunciou oficialmente sua aposentadoria da Ferrari, encerrando sua lendária carreira na F1!

Em um anúncio que pegou o mundo da Fórmula 1 de surpresa, Lewis Hamilton confirmou oficialmente sua aposentadoria imediata da Scuderia Ferrari e do esporte, encerrando uma das carreiras mais icônicas e vitoriosas da história do automobilismo.
A declaração veio em uma coletiva de imprensa virtual realizada há poucos minutos, transmitida ao vivo pelas redes sociais oficiais do piloto e da equipe italiana, onde o heptacampeão mundial, aos 41 anos, explicou as razões por trás da decisão que marca o fim de uma era.
Hamilton, que chegou à Ferrari em 2025 com o sonho de conquistar um oitavo título mundial e devolver o brilho máximo à marca vermelha, admitiu que a temporada de estreia foi um “verdadeiro pesadelo”.
Sem nenhum pódio conquistado, terminando o campeonato em sexto lugar no Mundial de Pilotos e vendo sua Ferrari SF-25 lutar consistentemente no meio do pelotão, o britânico descreveu um período de frustração profunda. “Eu vim para Maranello para vencer, para fazer história juntos.
Mas depois de um ano inteiro sem conseguir extrair o potencial que esperávamos, percebi que meu tempo na pista chegou ao limite. Não é sobre idade, é sobre paixão e motivação. Quando o fogo não queima mais da mesma forma, é hora de parar”, declarou Hamilton, visivelmente emocionado.
A carreira de Lewis Hamilton na Fórmula 1 é lendária por todos os ângulos.

Desde sua estreia em 2007 pela McLaren, onde conquistou seu primeiro título em 2008, até os anos dominantes com a Mercedes de 2014 a 2020, ele acumulou recordes que parecem intocáveis: 104 vitórias em Grandes Prêmios, 104 poles positions, mais de 200 pódios e sete campeonatos mundiais, empatado com Michael Schumacher.
Sua mudança para a Ferrari, anunciada em fevereiro de 2024, foi um dos maiores golpes de marketing e esportivos da história recente da F1. Os tifosi sonhavam com o retorno de um campeão para reconquistar o título de pilotos, algo que escapava à equipe desde 2007 com Kimi Räikkönen.
No entanto, a realidade foi cruel. A Ferrari de 2025 sofreu com problemas crônicos de desempenho, especialmente na gestão dos pneus e na estabilidade aerodinâmica em alta velocidade. Hamilton frequentemente terminava corridas atrás de seu companheiro Charles Leclerc, que, apesar das limitações do carro, conseguiu alguns resultados melhores.
O britânico admitiu publicamente que a adaptação à cultura italiana e ao estilo de trabalho da Scuderia foi mais difícil do que imaginava. “Eu dei tudo de mim, mas às vezes o pacote simplesmente não responde.
Eu não queria ser um piloto que fica no grid só pelo nome ou pelo salário. Quero sair no topo da minha própria exigência”, completou.
A reação imediata no paddock foi de choque. Frédéric Vasseur, chefe da equipe, emitiu um comunicado oficial lamentando a saída: “Lewis é uma lenda viva. Sua chegada nos motivou enormemente, e mesmo com os resultados abaixo do esperado, sua contribuição técnica e sua liderança foram inestimáveis.
Respeitamos totalmente sua decisão e desejamos o melhor para o próximo capítulo da sua vida”.
Rumores já circulavam nos bastidores sobre uma possível saída precoce, especialmente após Hamilton ter feito uma “detox digital” no final de 2025 e postagens enigmáticas em suas redes sociais no seu aniversário de 41 anos, falando em “entrar no ano do Cavalo” (referência ao cavalo rampante da Ferrari) e deixar para trás o “ano da Serpente”.
Especialistas apontam que a decisão pode ter sido acelerada pelas expectativas para 2026. Com as novas regulamentações técnicas – motores mais sustentáveis, aerodinâmica revisada e fim do efeito solo dominante –, muitos acreditavam que Ferrari poderia finalmente voltar ao topo.
Hamilton mesmo havia dito que estava “animado com a nova geração de carros”. No entanto, fontes próximas revelam que testes internos recentes não trouxeram a confiança necessária para que o piloto se comprometesse com mais um ano de luta.
Aos 41 anos, completados em janeiro de 2026, ele optou por não arriscar uma temporada que poderia manchar seu legado.

A aposentadoria de Hamilton abre um vácuo enorme na Ferrari. Charles Leclerc, agora o piloto principal indiscutível, terá a responsabilidade de carregar as esperanças da equipe sozinho.
Especulações já começam sobre possíveis substitutos: nomes como Carlos Sainz (que deixou a Ferrari para a Williams), Lando Norris (se McLaren não renovar), ou até jovens da academia como Oliver Bearman são ventilados. Mas nenhum carrega o mesmo peso global e comercial que Hamilton trouxe.
A Ferrari estima que sua chegada gerou mais de 80 milhões de libras em merchandising e patrocínios em 2025, um recorde que será difícil de repetir.
Fora das pistas, Hamilton deixa um legado que vai além das estatísticas. Ele foi pioneiro na luta pela diversidade no esporte, fundou a Comissão Hamilton para promover inclusão, e usou sua plataforma para causas ambientais e sociais.
Sua influência transcende a F1, inspirando gerações e transformando o esporte em uma plataforma global de mensagens positivas.
O adeus oficial está marcado para um evento especial em Maranello nas próximas semanas, onde Hamilton receberá uma homenagem da equipe e dos fãs. Enquanto isso, o mundo da Fórmula 1 processa a perda de um dos seus maiores ícones.
Max Verstappen, atual dominante da categoria, já se manifestou: “Lewis foi uma inspiração. Competir contra ele foi o maior desafio da minha carreira. O grid nunca mais será o mesmo sem ele”.
A era Hamilton na F1 chega ao fim, mas suas conquistas permanecerão eternas. Obrigado, Sir Lewis, por todas as emoções, pelas ultrapassagens impossíveis, pelas batalhas épicas e por mostrar que um piloto pode ser muito mais do que apenas um competidor.
A Fórmula 1 perde um gigante, mas ganha a memória de uma lenda imortal.